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Canto do Galo - Eduardo de Ávila
 
03/08/2015 - Um show sobre os paulistas
 

Tendo como astro o argentino Lucas Pratto, o Galo sapecou logo três a um no São Paulo, pra não deixar dúvidas sobre o favoritismo ao título nacional de 2015. A exemplo de temporadas ao longo dos tempos, o time vem realizando uma campanha invejável. Durante os mais de 40 anos de disputa deste torneio, somamos as melhores campanhas na maioria das competições.


O Galo só foi contido, a bem da verdade, por ações imorais da CBF, sempre em benefício de paulistas e cariocas. Não fossem os “erros providenciais” de arbitragem, aliados a decisões administrativas e inescrupulosas – tanto da própria entidade quanto do STJD – seguramente o Galo teria seis ou sete conquistas do campeonato brasileiro.


Foram muitos Wrights, Aragões, Simons, Resendes, entre outros da mesma estirpe que seguraram e evitaram títulos. Não deixamos escapar pelo ralo, mas perdemos pelos ratos. O último deles foi em 2012, numa verdadeira conspiração e sucessão de erros, sempre em prejuízo do Galo e a favor do FlorminenC. Por isso, para evitar essa sacanagem oficializada, por parte da CBF, o Galo necessita se distanciar dos clubes que estão logo atrás, notadamente de cariocas e paulistas, clubes historicamente protegidos pela madrasta entidade. Por isso, sete a um da Alemanha.


Na partida de quarta-feira, antecipada da rodada 16, Lucas Pratto calou a boquirrotos – tanto da imprensa quanto do time paulista – como Ganso, Pato, Neto e Morsa. O ex-jogador que agora trabalha numa emissora de televisão, onde faz papel similar ao de um palhaço no picadeiro, ainda disse que o placar moral seria a vitória do São Paulo. Esqueceu esse idiota, que o Galo de hoje não é o daquele time de mercenários que ele fez parte no passado.


Os resultados da rodada ainda favoreceram excepcionalmente às nossas pretensões. Teria sido completo, mas como de costume o árbitro “fingiu” que não viu uma penalidade a favor do Grêmio. A exemplo de Carlos Eugênio Simon, naquele fatídico jogo com o BoStafogo, o “apitador” não teve “colhão” em colocar o apito na boca. Fosse a favor dos cariocas, tanto naquela oportunidade quanto na de agora, o “soprador de apito” teria sido implacável.


Ainda assim, o Galo segue com dois pontos de vantagem sobre o segundo colocado e cinco acima do terceiro. O risco não é a proximidade, mas o fato de serem Corinthians e FlorminenC, e todos sabem que a organizadora da competição não tem constrangimento de se transformar em CBFiel e CBFlu, de acordo com a necessidade. A história comprova a afirmação.


Entretanto, apesar de temer apenas a CBF e não os adversários, o Atleticano tomou conta das ruas mineiras, notadamente de Belo Horizonte. Quem saiu no final de semana reconhece o que estou afirmando. Dezenas de milhares de camisas do Galo circulando nas cidades. Estive em Araxá, minha terra natal, e voltei ainda no sábado. Fiquei impressionado e – claro – maravilhado com a quantidade de camisas preto e branca circulando entre os mineiros.


A maior Torcida de Minas Gerais e a preferida pelos brasileiros – como sua segunda opção – mostra sua confiança no titulo. Se a “putaria” da CBF não interferir, seremos campeões!


PS: Bom salientar que entre os cinco maiores públicos da competição, três foram em Belo Horizonte. Todos do Clube Atlético Mineiro.