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Erasmo Angelo - Toque de Primeira
 
21/12/2015 - A Copa, a olimpíada e os bravateiros, parte 1
 

O ano de 2016 chega e com ele o Brasil vai esbarrar na segunda maior loucura esportiva produzida pelas elucubrações do bravateiro mor da República, o ex-presidente Lula.

Estão chegando os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

A olimpíada em terras cariocas é fruto das megalomanias de Lula que, bem de acordo com a velha mania de supervalorizar seus próprios atos e com eles carregando a total ausência de autocrítica, transformou o patrocínio brasileiro dos Jogos Olímpicos de 2016 em uma ferrenha obsessão.

Sua obcecação quanto aos Jogos Olímpicos foi repeteco de outra maluquice esportiva que ele obteve êxito antes: trazer para o Brasil uma Copa do Mundo.

A cegueira de espírito de Lula deu certo no curto intervalo de dois anos. Em 2007 ele fez sua festa com a Fifa conseguindo o patrocínio da Copa do Mundo de 2014.

Em outubro de 2009, em Copenhague, na Dinamarca, o bravateiro presidente festejou a “conquista”, pelo Rio de Janeiro, de ser cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Em ambos, Lula adicionou ao seu grau de irresponsabilidade (apesar  das advertências sobre a monumental fortuna que o Brasil teria que gastar para promover as duas máximas competições esportivas do Planeta) duas mentiras, duas tremendas lorotas.

Sobre a Copa de 2014 e ao lado do corrupto presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o bravateiro ex-presidente teve a coragem de afirmar que o Brasil faria a Copa sem gastar o dinheiro do povo já que tudo seria bancado pela iniciativa privada.

Deu no que deu.

Foram bilhões e bilhões de reais colhidos no bolso do contribuinte em troca do nada.

Foram efêmeros dias de farra para alguns e, de sobra, um legado de dívidas, sério custo social e um tremendo vexame esportivo proporcionado pelo medonho time do Felipão.

E assim foi a Copa de 2014, que a sucessora de Lula, a “impitchada” Dilma Rousseff – avalista da loucura esportiva do ex-presidente e distribuidora dos bilhões de reais gastos para a realização da competição – vivia chamando de “a Copa das Copas”.

Copa que acabou se transformando na Copa da corrupção como, aliás, é modelo nas coisas em que o lulopetismo põe as mãos.

Quando, em 2009, foi participar da festa da escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos, em Copenhague, Lula seguiu com suas bravatas e notórias mentiras. Desta vez para dizer que os custos das obras caríssimas para a montagem da olimpíada seriam cobertos pelo turismo e a iniciativa privada (outra vez?).

Como todo mundo sabe e acompanha o que gira em torno da preparação para os Jogos Olímpicos, a pregação do ex-presidente foi tudo lorota. Bravata.

Sobre isso, recorro aqui ao texto de uma coluna de autoria da advogada e cientista política Sandra Starling, uma das fundadoras do PT mineiro e hoje distante do partido, publicada em O Tempo de 11 de novembro último.

Diz Starling: “Bravateiros tonitruantes só mesmo Lula e Cunha, cada um contando suas mentiras ou suas supostas qualidades que os tornariam quase imortais”.

De bravata em bravata, de mentiras mil e às custas da irresponsabilidade da dupla Lula e Dilma na gastança e na farra descontrolada do dinheiro público, tivemos as Copa do ano passado (a Copa da corrupção) e agora chegam os Jogos Olímpicos, eventos de custos bilionários e fora da realidade em relação à pobreza que infesta este país.

As diferenças entre realidades e as bravatas lulodilmistas quanto a Jogos Olímpicos merecem uma próxima coluna