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Erasmo Angelo - Toque de Primeira
 
27/03/2016 - Ministério do Esporte, um bagulho
 

Criado em 1995 na era FHC, o Ministério do Esporte (Era Ministério Extraordinário do Esporte), surgiu como esperança do esporte brasileiro de sofrer uma extraordinária evolução.

Ficou na esperança.

Seu primeiro ministro, Pelé, não transformou em realizações sua idéias mirabolantes sobre as transformações estruturais que ocorriam no mundo esportivo. Foi uma gestão lamentável.

Como lamentáveis foram todas as demais gestões do órgão e que permitiram a transformação da esperança brasileira de um esporte forte num ministério inútil. Um bagulho. Aliás, como assim também é, no todo, esse medíocre governo Dilma, em estado de coma.

O bagunçado Ministério do Esporte foi transformado naquele cabide de emprego onde entram incompetentes de toda sorte, nomeados para ajudar Dilma a sair do seu estado moribundo de governo. E o esporte que se dane.

Figuras cômicas e de elevada incompetência estiveram à frente daquele Ministério nestes últimos anos de governo petista.

Virou o antro de um partido chamado PC do B, captado pela turma da Dilma para lhe ajudar na base do Congresso. Nada, mas nada mesmo que se possa relacionar os nomeados com o esporte.

Teve a fase do obscuro deputado  Orlando Silva. Foi com ele na tipoia que Lula fui buscar dois mega desastres para a economia do País: A Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada Rio/16.

Depois do Silva veio o lamentável período do deputado Aldo Rebelo (PC do B). Uma coisa escabrosa.

Foi esse ministro que, para justificar a irresponsável, milionária e completamente inútil construção da Arena Amazonas, estádio para a Copa de 2014, disse que o clássico amazonense entre Fast e São Raimundo nada fica a dever a qualquer grande clássico do futebol brasileiro.

É por coisas desse nível que se pode constatar o nível de gente que o corrupto governo federal nomeia para comandar a pasta do Esporte.

E depois de deixar o Ministério do Esporte, o comunista Aldo Rebelo pegou outra boquinha no governo Dilma.

Ele é o cara que comanda o Ministério da Defesa, órgão de direção superior das Forças Armadas, ou seja, Exército, Marinha e Aeronáutica. Já imaginaram general, almirante e brigadeiro batendo continência para o Rebelo?

Parece até vingança da Dilma contra o exército que a perseguia quando ela era guerrilheira e lutava para acabar com a ditadura militar e implantar no país a ditadura dos seus guerrilheiros.

Na ciranda dos comandos do inútil Ministério do Esporte, depois do Rebelo a presidente empurrou pra lá um pastor evangélico, que teve a coragem de confessar que conhecia pouco de esporte, mas que ia fazer uma forcinha para mostrar serviço.

Quando o pastor/deputado George Hilton assumiu  teve até manifesto de inúmeros e renomados atletas, que se sentiram “envergonhados” por ter o governo jogado no ministério alguém desprovido de qualquer qualificação para o cargo.

E o deputado evangélico ficou por lá garantindo adesões a Dilma, até se agravar a crise que deixou o governo em coma e que deve lhe custar o cargo dentro de alguns dias.

A coisa é até cômica. Como o partido do pastor Hilton está ameaçando largar o governo, o ministro, para se agarrar à sua boquinha no ministério, tratou de correr para outro partido que apóia o governo e assim ficar livre da degola no ministério.

O trambique do pastor durou pouco mais de 24 horas. Ignorando qualquer zelo ou respeito ao esporte, a incompetente Dilma tirou o inútil pastor do ministério e colocou por lá outro “curioso” em  esportes, um tal de  Ricardo Leyser , do PC do B, porque ela precisa do partido na sua agonia contra o impeachment .

É assim que o esporte é tratado. E é assim que o Ministério do Esporte acabou se transformando num bagulho.

Mas, o esporte já se vingou dela. O esporte já deu sua merecida resposta à presidente quando, na abertura do Copa do Mundo/2014, no Itaquerão, em SP, a platéia, em ensurdecedor coro , mandou Dilma “ir tomar...”